Você já percebeu que não há nada melhor do que comprar uma roupa quando está se sentindo meio baixo-astral, tristinha?

Os homens podem até não entender, mas uma blusa ou um vestido novo são muito mais do que uma peça nova no nosso guarda-roupas.

Eu sou adepta à essa terapia. Comprar é comigo mesma, sempre foi. Mas não pense que eu sou daquelas consumidoras compulsivas. Não. Eu simplesmente me permito ir a uma loja e comprar uma roupa, um sapato, uma bolsa… só para levantar o meu astral e minha estima. Minha mãe é, inclusive, minha incentivadora. Naqueles dias em que a mulher acorda com cara de “bom dia, por quê?” ela sempre me diz: “você não estava querendo ‘aquela blusa’, então, por que não vai à loja hoje?”.

Mas, como tudo tem limite, inclusive o cartão de crédito, só posso me dar a esse luxo até determinado valor gasto no mês. Ou seja sou uma consumidora compulsiva controlada… se é que isso é possível. mas, posso afirmar que nunca deixei de pagar uma conta do cartão. Ultimamente até livros estão me animando. São nessas horas que a gente une o útil ao agradável.

Então, a minha dica do dia é: se você (como eu) tem dias que acorda com uma grande vontade de gastar dinheiro, faça uma listinha de desejos e prioridades. Ande com ela sempre na bolsa e quando chegar o “dia D” vá à luta, ou melhor vá à loja. Mas, se preferir, pode simplesmente deixar o dinheiro guardado para estas emergências e, nos dias de baixo-estima, escolha o que mais te atrair. As lojas da Mercatto sempre têm ótimas ofertas e num bom preço para alegrar os nossos dias!

Outro dia, conversando com a minha editora ela disse que também é adepta à essa terapia. Mas a tática utilizada por ela é fazer o cheque e nem anotar o valor. No canhoto ela coloca apenas “eu mereço”.

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