Você sabia que a moda nos cabelos da América Latina leva em torno 10 anos para mudar? Essa informação foi passada pelo hairstylist Eliabe Moreira.

Ele acredita que este quadro já esteja mudando e que terá grande diferença com a vinda de uma grande e famosa escola de profissionais do cabelo, para São Paulo. Eu tenho as minhas dúvidas, acredito que a mulher tem um instinto camaleoa que faz com que ela queira um cabelo por fase ou momento da vida.

Nas ruas, mudam as cores e mudam os cortes, a cada nova estação do ano. Mas, falando em ousadia, ele está certo. No Brasil, por mais que mudemos nossos cabelos, não é nada muito além do tradicional, sendo ele curto, médio ou longo.

Só que, mais importante do que o corte ou o penteado, é o visual em si. Um cabelo tratado, brilhoso dá toda a diferença no look feminino. Como já falei neste blog, o cabelo é uma grande arma de sedução. Não há um homem que resista àquela passada de mão nas belas madeixas (cá entre nós, também é um charme quando os homens fazem isso).

A grande dica que o Eliabe me passou, durante uma palestra – seguida de demonstração prática e desfile (foto) – no HairBeauty, realizado no final de semana passado no Rio de Janeiro, foi que o cabeleireiro precisa pensar na cliente.

Nós, mulheres, buscamos autonomia para nos arrumarmos. Não queremos depender do profissional todas as vezes que precisamos estar com os cabelos impecáveis. Mas cabe a eles se renovarem e nos orientarem nos cuidados com as madeixas. Eu defendo que cada mulher busque um profissional e deixe “nas mãos dele”, mas nunca perca o controle da situação.

Não dá pra fazer qualquer coisa, em qualquer salão, com qualquer profissional. O cuidado com os cabelos deve ser um processo em parceria.

Comigo é assim. Tenho o meu personal hairstylist, há três anos. Escolhi um profissional e discuto com ele as novidades e tendências, e os limites da criação são dados por mim.

Compartilhe:
  • Twitter
  • Orkut
  • Facebook
  • MySpace
  • Google Bookmarks