Emprego: prazer X dinheiro
“Seja lá o que você saiba fazer, ou sonha que sabe, comece a fazê-lo. Existe gênio, poder e mágica na audácia”. (Johan Wolfgang Von Goethe)
Apesar de para muitos ser a época de férias, há muita gente que está entrando no mercado de trabalho, pois a movimentação de fim de ano oferece muitos empregos, e principalmente oportunidades para jovens conseguirem seu primeiro emprego. Está aberta também a temporada dos vestibulares, isto é, milhares de jovens tendo que optar e resolver qual profissão querem exercer, pois investirão anos de suas vidas se preparando, estudando para atingir a profissão desejada. Esta é uma fase muito importante.
O que levar em conta na hora de procurar um emprego, uma carreira – retorno financeiro ou prazer?
Uma amiga psicóloga me disse que ninguém usa a expressão “Estou médico, ou “Estou professor”. O verbo usado quando nos referimos ao nosso trabalho é sempre “Sou”. Sou médico, sou vendedor… Simplesmente porque a profissão de alguém faz parte de quem essa pessoa é, faz parte de sua personalidade e do seu modo de vida.
Pessoalmente acho complicado alguém trabalhar em algo que não goste de fazer.
Se levarmos em conta que a maioria das pessoas passa aproximadamente oito horas do seu dia trabalhando, oito horas em outras atividades e oito horas dormindo; passa-se metade da vida trabalhando. Imagine se não gostar do trabalho! Será uma tortura e o desempenho não será o máximo, o que poderá fazer com que você não consiga progredir no emprego e, conseqüentemente, o retorno financeiro não será o maior que a profissão oferece.
Mas as opiniões são diversas. Conheço uma pessoa com graduação em Informática que diz nem gostar de Informática, mas gosta do salário que ganha com a ela.
Um professor de Literatura era dentista, largou o consultório, a boa remuneração e voltou a estudar, para virar professor e ganhar menos. Ele diz que tem muito mais prazer sendo professor, e quando está trabalhando fica pensando em como é bom, quase inacreditável ser remunerado para fazer o que gosta.
Outra professora de Literatura, que fazia o curso de Economia, já tinha emprego garantido, mas no meio do caminho se apaixonou pela Literatura. Só terminou o curso de Economia porque os pais pressionaram. Começou a trabalhar e voltou a estudar para realmente seguir a profissão que descobriu que lhe dava prazer. Engavetou o diploma de Economia e virou professora de Literatura.
Posso dizer que trabalhar no que nos dá prazer é como não trabalhar. Quando se faz algo com paixão o tempo passa rápido e o trabalho se confunde com lazer. A vida fica bem mais leve e certamente alcança-se destaque na profissão, o que gera o retorno financeiro.
Você que está entrando no mercado de trabalho, prestando vestibular, tendo que escolher uma carreira, avalie suas prioridades e lembre-se de que sempre é tempo de mudar, caso tenha feito uam escolha equivocada.
Abs
Raquel.








ADOREI ESSA MATERIA.
SIMPLESMENTE ACHO IMPOSSIVEL DESENVOLVER BEM O QUE Ñ SE GOSTA DE FAZER.
EU JÁ TENTEI TRABALHAR COMO SECRETÀRIA,SENTADINHA ,RELAX…MAIS Ñ ROLOU,O TEDIO ERA D+…
DESDE COMECEI A TRAB.COM MODA NÂO ME VEJO FAZENDO ALGO DIFERENTE…
È MUITO LEGAL TER O RETORNO(FINANCEIRO)COMO RECOMPENSA PELO SEU TRABALHO QUE FOI REALIZADO COM PRAZER.
BEIJOS P/TODOS DA MERCATTO… UMA EX FUNCIONARIA QUE AMA ESSA EMPRESA
FELIZ NATAL P/TODOS E MUITO SUCESSO P/NOSSA QUERIDA EMPRESA SEMPRE…
se tiverem alguma vaga disponível,godtaria de me canditar pois estou desempregada.moro em nova iguaçu tel76168091
Gostaria de poder trabalbahar em uma das lojas Mercato. Tenho 2º grau completo, algumas experiências, cursos, se poderem me da uma oportunidade de uma vaga. Desde já agradeço